“A vida é como um ninho:
Só pousa nela quem você deixa,
E só ficará o que (ou quem) você permitir.”
(autor desconhecido)
Essa é uma frase bem impactante para uns. Na verdade ela caberá de forma diferente a cada interpretação que você fizer. Mas a respeito do que esta frase pode nos ensinar? Venha e descubra comigo.
Neste texto falarei um pouco sobre a luta pelos objetivos e o momento de desistir dele. Sim, desistir. Pois às vezes, o único resultado de dar “murro em ponta de faca” é perder sua mão. Se você não tiver força o suficiente ou pelo menos tiver a determinação de dar o seu melhor, você fraquejará.
Esse princípio pode ser utilizado em diversos momentos:
Na família,
Na amizade,
No trabalho,
Nos estudos,
Em objetivos pessoais,
No amor,
Se você não for com tudo,
Não for com o coração,
Dará errado.
Mas, até onde lutar por aquilo que eu acredito?
A resposta é: Até o momento em que você deixa de acreditar.
Sim, pois se você não acredita, todo e qualquer esforço será mera perda de tempo.
Mas caso você acredite,
Vá fundo!
Viva!
Isso mesmo. Sem mergulhos rasos.
Sem preciosismos.
Sem mimimi.
Vá! Fundo!
Objetivos foram feitos para serem alcançados. A não ser que você não veja futuro naquilo que você quer. Sendo assim, sugiro a você realizar uma parada estratégica…
Avalie se realmente está disposto a investir tempo e energia nessa jornada.
Se não estiver, cai fora.
Se estiver, cai dentro.
Mas cai de cabeça.
Muitas vezes queremos certezas.
Queremos garantias.
Quem disse que meu esforço não será em vão?
Quem disse que se eu me doar, terei o que quero?
Quem disse que esse é o melhor emprego?
Quem disse que terei o valor que mereço?
Ninguém disse!
Isso é algo que só você pode dizer.
E só dá pra dizer pagando para ver.
Mas, só terá sido em vão se você desistir.
Só terá sido em vão, se você não lutar com todas as forças.
Só será em vão, se você deixar escapar por seus dedos o que você tanto quis.
E se algo mudar no meio do caminho?
Faz parte.
Pelo menos você deu tudo de si.
Não caberá arrependimentos.
Não caberá ruminações.
Não caberá a culpa.
Caberá a decepção?
Talvez.
Mas caberá algo mais importante: O recomeço.
Caberá a certeza que você tentou, lutou, se doou e fez acontecer.
Se não aconteceu, não foi culpa sua.
Você não foi covarde!
Você fez o que tinha que ser feito.
Porém, não seja tolo.
Nenhuma doação vale a pena se não houver o que ganhar.
Se você doa, precisa ganhar.
Nem sempre nessa ordem.
Nem sempre imediatamente.
Nem sempre como se deseja,
Mas precisa.
Se não ganha nada, em nenhum momento.
Deixe voar.
O que quer que seja.
Sonho, objetivo, projeto…
Se valer a pena, porém, agarre com unhas e dentes!
Faça valer a pena!
Porém se não somar, se não valer a pena.
Deixe ir.
E permita, ao nascer do sol, um novo começo…
Até a próxima.
Bruno Rodrigues
Psicólogo, Terapeuta de Casais e Orientador Profissional
CRP 05/47828
Obs: Gostou do texto? Ele te fez refletir de alguma forma? Comente algo sobre ele e compartilhe em seu Facebook. 😉
